Pico do Macaco Cansado (Icoaraci)

Bem minhas crianças novo pico de treino (eeebaaaaa!!1!)… É o “Pico do Macaco Cansado”, se trata de um terreno localizado bem do lado do Residêncial Pinheiro, a Rua Siqueira Mendes em Icoaraci (onde eu moro).

Agora senta que lá vem a história: A algumas semanas vi o determinado terreno por um a caso do destino, então pensei em ir lá da um olho, enfim a estrutura do lugar é muito boa como vocês podem confirir em algumas imagens. 

O nome do pico surgiu porque na hora tinha acabado de chover, e Erik e eu tavamos com uma preguiça danada rsrs.

Então pessoal espero que vocês aproveitem bem o local, porque não sabemos como ta a situação do terreno (ainda).

Agora vamos organizar o pessoal quando quizerem da uns pulos por aqui. Agora é deixar a criatividade fluir e treinar, treinar, treinaaaaaar rsrs. Abraços!

Parkour Belém no Diário do Pará

Matéria publicada no Jornal Diário do Pará na edição de domingo 13/02/11 por Cintia Magno.

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Tracers reinventam trilhas por Belém

Você está caminhando pela cidade. Mas imagine que para ir de um ponto a outro você precisará saltar 20 degraus de uma escada de uma única vez, rolar até um muro, escalá-lo e saltar dele para uma coluna de cimento. Essa pode não ser a maneira mais convencional de se chegar a algum lugar, mas já se transformou para muita gente uma opção de exercício. A superação de obstáculos, através de movimentos ensaiados e, por muitas vezes, perigosos, é a essência do parkour, atividade física criada a partir de técnicas de treinamento militar. O que se pretende com essa prática é ir de um ponto a outro da forma mais rápida e eficiente possível, mesmo que para isso seja preciso ultrapassar barreiras físicas, saltar distâncias incomuns e realizar movimentos difíceis de imaginar.

Adaptando o parkour para os desafios de uma cidade grande, os tracers, como são chamadas as pessoas que praticam essa atividade, veem em qualquer espaço a possibilidade de praticar saltos. “Com o parkour você reinventa a utilidade de um lugar que já tem uma definição prévia. Espaços como a praça da República foram construídos para o lazer. Porém, para o parkour eles viram lugar de treinamento”, explica William Favacho, consultor de vendas e tracer há cinco anos.

Nesse sentido, a criatividade dos tracers precisa ser exercitada para que espaços considerados comuns passem a ser palco dos movimentos do parkour. Anderson Dias, estudante e tracer há cinco anos, defende uma filosofia em que predomina o controle. “Não deixe a cidade te dominar, domine a cidade”, diz. Ele afirma também que nessa modalidade o que impera não é a competição, e sim a superação pessoal. “Treinamos juntos, mas cada um tem seu próprio desafio”, afirma.

Favacho e Dias costumam treinar parkour com um grupo de amigos aos finais de semana em espaços como a praça da República, o Largo do Redondo e até mesmo em um prédio abandonado. Para William Favacho, o parkour possibilita que práticas cotidianas sejam feitas de forma diferente. “Quando somos crianças, aprendemos a subir uma escada e entendemos que aquela é a maneira certa de se subir uma escada. Mas desconhecemos que há muitas outras maneiras de se fazer a mesma coisa e até de forma mais eficiente. Porém essa eficiência não significa apenas agilidade e rapidez. Se para realizar um salto eu tiver que agredir meu corpo não terei eficiência”, afirma.

Essa preocupação em preservar o próprio corpo é constante entre os tracers. Favacho garante que praticar a atividade não é pular aleatoriamente. Cada movimento praticado por eles exige treinamento não apenas técnico, mas também preparação física “Não é qualquer um que faz. Tem que ter treinamento rígido, em cima de repetições. É preciso entender como fazer e não fazer por fazer”, filosofa.
São os treinamentos físicos que possibilitam que os praticantes da atividade tenham conhecimento do próprio corpo. Cada salto ou movimento novo é analisado por cada tracer e só é colocado em prática a partir da certeza de que se está apto a fazer o que se tem em mente. “É perigoso, mas temos limites”, diz Anderson Dias. Ainda assim, os treinamentos não garantem que os movimentos sejam sempre os mesmos. “Cada salto é como uma assinatura. Não dá pra fazer igual”, garante William Favacho.

Mal entendidos pela outra Belém?

O parkour existe há 6 anos em Belém. Segundo os tracers, a atividade ainda sofre muito preconceito. Para eles, esse é um dos principais problemas encontrados por quem pratica o parkour. “As pessoas não têm a cabeça muito aberta para novas práticas. Esporte não é só futebol”, reclama William Favacho.
Segundo Erik Maia, consultor de vendas e tracer há 3 anos, é comum que os praticantes sejam confundidos com bandidos, mesmo que o comportamento deles não dê nenhum indício disso. “Já passamos por uma situação em que vieram nos perguntar se éramos ladrões. A gente se sente discriminado”, afirma Maia. “Geralmente pensam que é molecagem e não é isso. Já tivemos advogados e até médicos que treinaram com a gente”, garante Favacho.

PRESERVAR ESPAÇOS

As reclamações quanto à utilização de espaços públicos também são comuns. Segundo eles, muita gente veicula a prática do parkour à depredação do patrimônio público. “Não destruímos o patrimônio. Antigamente, quando vínhamos treinar aqui na Praça, nós limpávamos todo o espaço antes de começar. Preservar [o espaço] é garantir que a gente continue treinando, porque se derrubarmos algum muro, por exemplo, perderemos um lugar de treino”, explica Favacho.

O desconhecimento do que é o parkour é, segundo eles, um dos principais motivos para que haja esse preconceito. Nesse sentido, os tracers acreditam que seria importante que houvesse um evento que divulgasse a atividade. “Falta apoio. Não temos espaço e nem lugar pra isso”, afirma Erik Maia.
A falta desse espaço físico é o principal motivo apontado por eles para que até hoje esse evento não tenha sido realizado. “O espaço que temos hoje pra treinar é só mesmo o espaço público”, afirma Gilberto Mescouto, estudante e tracer há 4 anos.

Anderson Dias acredita que uma possível solução para o problema seria seguir o exemplo de outros estados. “Queria que o governo visse a modalidade com mais clareza. Em outros estados o parkour tem apoio total. Em Manaus, por exemplo, eles têm até praças específicas para treinamento”.
A prática do parkour não tem nenhuma ligação com a marginalidade. Ao contrário, todos os integrantes do grupo que William, Anderson, Erik e Gilberto fazem parte, trabalham ou estudam.
Cada um deles começou a praticar o parkour por motivos pessoais e individuais, mas todos têm em comum o gosto pela atividade.
“Para fazer parkour tem que gostar muito. Às vezes eu me pergunto por que estou fazendo isso e a resposta é simples: porque eu realmente gosto, sinto prazer em fazer”, afirma William Favacho. “Costumo dizer que o parkour é um refúgio do dia a dia rotineiro de trabalho, de estudos”, resume Erik Maia. (Diário do Pará)

 

DOL: Tracers reinventam trilhas por Belém

Semana da Quadrupedia

No início do fim de semana passado (sexta dia 11/06), estava em casa jogado matutando umas idéias, então me veio a cabeça de fazer à “Semana da Quadrupedia”. Comentei pelo MSN com Ricardo e ele aprovou a idéia, então quem quizer pegar com ele uns exercícios de quadrupedal, é so adicionar ele no MSN (ricardork0@hotmail.com), diga-se de passagem que é o exercício que ele mais gosta, então vale apena fala com esse suricate.

Por que esse treino?

Eu escolhi esse exercício, pelo motivo de ser simples, completo e poder ser feito em qualquer local, dispensando estruturas mais elaboradas. E principalmente pelo fato de observar que o pessoal aqui em Belém, está com uma certa dificuldade nesses treinos de resistência. Então seria uma boa o pessoal fazer.

Como vai ser feito esse treino?

É bem simples. Consiste em fazer 1 semana de treinos somente utilizando o exercício de Quadrupedal, não importa se é de frente, costa, lado, quadrupedal exorcista (risos), quadrupedal com sugado, quadrupedal com flexão, quadrupedal com abdominais, etc… Não importa quantas vezes, ou quantas horas você for treinar e independente de treinar sozinho ou acompanhado, o importante é focar encima desse exercício. Que na minha opinião é um dos melhores.

Regrinha de ouro.

Você vai ignorar saltos, não irá fazer nenhum salto durante a semana toda, vai apensa fazer os exercíciso de quadrupedia… aaaaaii tiramos o domingo para descançar e fazer algumas brincadeiras de saltos.

Lembrando que é apenas uma sugestão de treino, ninguem é obrigado a fazer se não quizer. Acima de tudo você tem que se sentir bem e feliz com seus treinos e não fazer algo forçado.

Bons treinos, abraços!

Treino Livre: Condicionamento I

Treino Físico desenvolvido pelo Ricardo Fonseca bracinho quebrado. É bem simples, podendo ser feito em qualquer lugar.

Aquecimento: 15′ Torte/Corrida leve
3′ frente
2′ lateral dir; 2′ frente
2′ lateral esq; 2′ frente
3′ costa; 2′ frente
1′ relaxando.

Corda: 10′
2′ normal
2′ alternando
2′ perna dir
2′ perna esq
2′ normal
1′ alternando

Alongamento leve.

Quadrupedal: 10′
3′ normal; 10x sugado (salto vertical com agrupamento + 1 apoio)
2′ lateral dir; 10x sugado (salto vertical com agrupamento + 1 apoio)
2′ lateral esq; 10x sugado (salto vertical com agrupamento + 1 apoio)
3′ de ré; 10x sugado (salto vertical com agrupamento + 1 apoio)

Avançado: 10′ (o avançado consiste em caminhar com passos largos e flexionar os joelhos até um ângulo de 90º, enquanto um quadríceps fica paralelo ao chão o outro fica perpendicular)
3′ ; 50x abdominal bicicleta
2′ ; 50x abdominal bicicleta
3′ ; 50x abdominal bicicleta
2′ ; 50x abdominal bicicleta

Relaxamento.

Espero que ajude. Abraços. (Ricardo Fonseca)

obs: aspas simples ( ) = minutos de cada exercício

Pulando juntos

Como diz o velho ditado: “uma andorinha só não faz verão”.

Eu particularmente prezo muito os treinos em grupo ou em dupla (da quaze no mesmo rs). Não troco esses treinos em grupo por nada, hoje o pouco que eu aprendi foi devido ao companheirismo durante os treinos. Às informações que adquiri com alguns praticantes em particular, foram extremamente importantes para o meu crescimento.

Claro que não estou desprezando os treinos solos, afinal são de vital importância para o crescimento pessoal e individual de cada um. Pois são durante esses treinos que diversas perguntas aparecem e você vê o que realmente deseja e procura nos seus treinos.

É fato comprovado que duas pessoas treinam melhor que uma. Isso se da ao fato de uma estimular a outra, muitas vezes eu nem o muito afim de fazer um treinozinho, mais dependendo de quem me chama para treinar eu me animo com facilidade, pois eu sei que com esse meu companheiro de treino iremos realizar um treino prazeroso.

Hoje na nossa sociedade o individualismo é algo muito forte, então encontrar pessoas que te ajudem e que realmente estejam dispostas à te ajudar é algo um pouco raro. O companheirismo professor/aluno, essa troca que cada um da, é algo que não tem preço, ainda mais quando você realmente gosta do seu amigo de treino. Aqui em Belém durante os treinos já vi vários casos de pessoas que treinam de forma forçada com outras pessoas e isso não é bom, pois tudo o que você faz com obrigação, não tem como tirar o melhor daquilo e nunca vamos ter prazer em fazê-lo. Eu tiro por mim, não sou muito fã de fazer os treinos físicos, já o Ricardo Fonseca vulgo “K” bracinho quebrado adora fazer treinos de resistência, nesse ponto somos totalmente diferentes, mais ao treinarmos juntos entramos em uma sincronia muito boa, onde ocorre aquela ajuda mutua e no fim o resultado é o melhor possível.

São pouquíssimas pessoas que eu realmente tenho prazer em treinar, eu só não treino com elas se realmente eu não poder. Cansei de ta em casa na frente do PC que nem um zumbi, sem nenhuma vontade de treinar, basta um telefonema desses caras ou aquela janelinha chata do MSN tremendo que na hora eu pego o meu tênis e vamos saltar por ai. E algumas vezes treinamos somente alguns minutos e ficamos ali na fazendo certas brincadeiras e é muito divertido, afinal como eu sempre digo para o pessoal que treina comigo, acima de tudo Parkour tem que ser divertido, tudo o que é divertido é você faz com mais vontade.

Não fique se espelhando em caras de fora que nem sabe que você existe, se espelhe em pessoas que estão ali te ajudando e te dando força para continuar e durar. São estes caras que te ajudam, que realmente fazem toda a diferença, eu sou muito grato a todos aqueles que me ajudaram e que me ajudam até hoje, e não troco a companhia deles por nenhuma outra. Cada um com suas particularidades e peculiaridades me ajudaram de alguma forma, nem que fosse com um: “vai caralho!”. Assim como uma palavra basta para nos derrubar, apenas uma pode ser um dicionário intero de ajuda. Então não despreze as pessoas que treinam com você, cultive a cada dia essa amizade e assim como você treina para fortalecer seus músculos, faça essa amizade dura… treine sua amizade, faça ela ser cada dia mais forte.

Abraços!

Coooortaa!! Vishy vey, putz… não tava filmando, faz di novo!!

Uma coisa que seduz vários praticantes tanto de Parkour como qualquer outra pratica são as filmagens. Eu em particular gosto de filmar, muitas vezes nem posto no YouTube, mais gosto de fazer algumas tomadas, editar e deixar aqui no meu HD.

Filmar os treinos não é essencial, só que eu acho bem interessante. Afinal quando você se movimenta, não está como espectador, então é praticamente impossível ver como é a forma que nós movimentamos, podemos ter uma base de como estamos indo, mas a realidade é que não temos a mínima idéia na integra, assim o que temos é apenas aquele pensamento de chegar no nosso objetivo. Então quando você faz as suas pequenas tomadas, depois em casa pode observar melhor a sua forma de correr, saltar, as distâncias, o movimento de uma forma geral, e após essa auto-analise pode refletir onde melhorar: “Ah ali eu posso pisar com esse pé”; “hummm agora já sei como eu tenho que fazer na próxima vez”; “putz aaaagora já sei por que cai”; “credo eu corro muito feio (risos)”.

Bem tome muito cuidado… Como eu disse no começo, brincar de “filmar” é perigoso em vários sentidos, o principal é pelo fato de ser seduzido pela câmera e assim toda hora querer fazer filmagens, naquela espécie de auto-adoração. Como eu disse antes é legal, mais temos que saber separar o que é “gravação para analise” e “gravação para aparecer pros miguxos do colégio e pra namorada”. Às vezes pela euforia de ficar gravando começamos a negligenciar alguns elementos e começarmos a treinar como foco na estética, em querer fazer um “vídeo bonitinho” e assim deixando alguns objetivos de lado, e isso pode ser a perdição de muitas pessoas.

Você não precisa pegar suas filmagens e mostra para o mundo inteiro assistir, pelo menos não recomendo no inicio dos treinos, mais depois de um tempo, caso queira posta na web. Aqui vai uma dica de um vídeo que da uma boa resumida de como fazer uma gravação rápida e de boa qualidade.

Curso de filmagem – JVC – PTBR

Filmadoras Info

Outra dica é você buscar fazer suas gravações com uma filmadora ou câmera digital de boa qualidade, e não com câmeras de celular, como já vi diversos vídeos assim pela web (triste). E com relação à post’s no Orkut, recomendo a comunidade Parkour Brasil, os caras lá dão umas dicas bem legais.

Abraços !

Sarcelles

Para aqueles que não sabem, Sarcelles é uma localidade que fica ao norte de Paris, a qual de trem você gasta 1h de viagem até chegar em Érvy que fica ao sul. Sarcelles é a parte mais natureba, onde é cercada por rios e árvores toda aquela parada eco… o qual é muito diferente de Érvy ou Lisses que tem uma estrutura urbana planejada de projetos dos anos 70, não vo entrar em uma aula de geografia/história porque não é o meu objetivo.

O vídeo “Sarcelles” podemos encontrar no canal do YouTube Slamcamspam , ele foi adicionado em março de 2010, eu apenas desconheço de quando são se essas filmagens, mais creio que elas sejam de 2008. Logo que o vídeo foi postado no YT fiz questão de baixar e ficar assistindo, e não me arrependo.

Gosto muito de ver esse vídeo, acho um puta vídeo… meeeeeeesmo. Treinos bem simples, sem muita frescura, movimentação bem crua, são 20 minutos que valem apena, muito melhor que esse vídeos modinhas que são full giros (nada contra quem gira), so que chega deixar agente todo (risos).

Esses caras ai foram os primeiros, você pode observar como é feito o treino da Parkour Generations e a Majestic Force juntas, o video é lindo caras, sem comentários… é um dos videos que transmite muito bem a idéia do “Espírito Forte”. Eu particularmente recomendo que você assita pois vale apena.